Líder da oposição se defendeu sobre acusações de que teria incitado os atos do dia 8 de janeiro

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O líder da Oposição na Câmara, o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) acusou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, de ter mentido sobre a operação na residência do parlamentar, em Niterói (RJ), e em seu gabinete, na última quinta-feira (18).

No mesmo dia da busca e apreensão, Jordy chegou a dizer que teve um “fuzil apontado na cara”, o que foi desmentido por agentes da PF, por Rodrigues e por ele mesmo em depoimento. Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (24), o deputado voltou a dizer que a operação fugiu do padrão.

“Os agentes da PF pularam a janela da minha casa e invadiram a minha casa. Não foi uma operação-padrão como diz o diretor-geral da Polícia Federal. Eles invadiram pela janela, o porteiro não me interfonou sabe-se lá porquê, talvez por ser a PF. E eles bateram na minha porta de forma muito assustadora”, afirmou.

Segundo Jordy, os agentes pegaram sua arma, o conduziram até a sala e levaram dois vizinhos como testemunhas. Pegaram itens como seu passaporte diplomático e deixaram o local.

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O deputado voltou a negar que incitou os atos de 8 de Janeiro, acusação feita a ele pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo a PGR, o deputado “além de orientar tinha o poder de ordenar as movimentações antidemocráticas, seja pelas redes sociais ou agitando a militância da região (estado do Rio de Janeiro)”

O Tempo

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